Aprenda a investir no Exterior

Investir no exterior está dentro das regras da Receita Federal

GESTOR DE ATIVOS tem conhecimento para que o investidor mantenha os lucros declarados

Investir no exterior tem sido uma aplicação certeira de lucro que tem atraído a atenção de muitos brasileiros. Como no Brasil os impostos estão presentes no dia a dia e o país, infelizmente, é destaque negativo na quantidade de cobrança de taxas – inseridas em produtos, serviços e transações – muitas dúvidas surgem em relação aos tributos estrangeiros. Porém, no exterior o processo é bem menos complicado.
O Banco Central exige que todos os investimentos feitos por brasileiros no exterior sejam informados na declaração de Capitais no exterior (DCE) e a receita federal exige que a declaração dos ativos no Imposto de Renda (IR). Regras já conhecidas do GESTOR DE ATIVOS, facilitando o processo para o dono da conta bancária que tem a assessoria desse profissional.
Pessoa física tem norma diferente no momento da declaração, em relação a pessoa jurídica. Dependendo do negócio em que o dinheiro for investido o sistema também muda. O GESTOR, como especialista na área de investimentos no exterior, auxilia o cliente e o contador nesse processo para que ninguém caia na malha fina.
A declaração de capitais no exterior deve ser preenchida entre marco e abril de cada ano, levando em consideração que apenas ativos superiores a US$ 100 mil devem ser declarados. Já a receita exige a declaração de seus investimentos no exterior em todas as declarações feitas entregues no mês de abril.  Existe grande diferença se os ativos no exterior estiverem em pessoa física ou pessoa jurídica (participação acionaria) e cabe ao gestor junto com o contador orientar o cliente sobre essas diferenças.
Especialista e conhecedor das legislações específicas das aplicações feitas no exterior, o GESTOR tem uma carteira diversificada de brasileiros que aplicam o dinheiro fora do país. Dessa forma identifica também se alguns de seus clientes apresentam características que se enquadre em ocasiões que o imposto apenas deva ser pago na internalização dos ativos ou a cada 3 meses.  Indiferente do valor aplicado no exterior, o investidor que escolher essa modalidade financeira, sob supervisão do GESTOR DE ATIVOS, estará sempre em dia com as obrigações legais, com dinheiro declarado e de acordo com as normas fiscais.

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